Friday, November 13, 2009

Vem.

Rasga as minhas intemperies. Para que as queremos, estão a bloquear o meu caminho. Rasga o meu caminho, refaz a minha estrada. Entranha-te. Entranha-me... Simplesmente deixa correr o suco deste ardor violento, apaixona-me. POR FAVOR, apaixona-me. Deixa-te desses balanços sem alma, quem os quer? Para que os quer? Viola essas regras a que te impuseste e vejamos o sol de uma varanda, porque sim e porque não, enquanto rebolamos num canto qualquer. Repara: num canto qualquer. Qualquer que seja nosso, qualquer onde possamos voltar.

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